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5 filmes que fazem refletir para além do Setembro Amarelo

Nos últimos anos, o início da primavera tem marcado um momento muito importante para a sociedade. Neste mês, acontece a campanha de abrangência nacional de prevenção ao suicídio: o Setembro Amarelo. Por isso, nas últimas semanas, temos lido e visto à diversos conteúdos sobre informação, sensibilização e amparo a respeito da saúde mental de jovens e adultos que passam por períodos de instabilidade psíquica e emocional. Essa, na verdade, é uma situação extremamente delicada e que merece atenção ininterrupta.

 

Pensando em estimular uma reflexão duradoura sobre o assunto – especialmente nesta difícil fase marcada pelo isolamento social devido à pandemia pela Covid-19, listamos cinco filmes que abordam questões sobre emoção, corpo, estresse, crescimento, psiquismo e traumas. São longas-metragens que ilustram mundos e conflitos diversos e apontam saídas esperançosas. Veja, abaixo, as obras selecionadas e suas sinopses.

O mínimo pra viver (Marti Noxon, 2017)

Uma jovem está lidando com um problema que afeta muitos outros no mundo: a anorexia. Sem perspectivas de se livrar da doença e ter uma vida feliz e saudável, a moça passa os dias sem esperança. Porém, quando ela encontra um médico não convencional que a desafia a enfrentar sua condição e abraçar a vida, tudo pode mudar.

Se enlouquecer, não se apaixone (Anna Boden e Ryan Fleck, 2011)

Estressado pela adolescência, Craig Gilner, de 16 anos, decide se internar em uma clínica de saúde mental. Infelizmente, a ala jovem está fechada, portanto ele tem que passar a sua estadia de cinco dias com adultos. Um deles, Bobby, rapidamente se torna seu mentor e passa a protegê-lo. Enquanto isso, Craig se sente atraído por uma jovem adolescente, Noelle, que pode ser a cura de que ele precisa para esquecer uma paixão não correspondida.

Divertidamente (Pete Docter, 2015)

Com a mudança para uma nova cidade, as emoções de Riley, que tem apenas 11 anos de idade, ficam extremamente agitadas. Uma confusão na sala de controle do seu cérebro deixa a Alegria e a Tristeza de fora, afetando a vida de Riley radicalmente.

O filme nos faz perceber, o quanto todos os sentimentos que temos, são necessários para o nosso desenvolvimento psíquico. Aprendemos a partir da observação do cérebro de Riley, que tudo o que acontece à nossa volta, tem uma repercussão em todos os aspectos da nossa vida, e o quanto a memória é importante para nós.

Um estranho no ninho (Miloš Forman, 1976)

“Um Estranho no Ninho” é o segundo longa metragem filmado nos EUA por Milos Forman, adaptado do romance homônimo de Ken Kesey. Ambientado em uma clínica psiquiátrica, o filme conta a história de Randall McMurphy, um indivíduo de espírito livre que termina lá fugindo da prisão e lidera os pacientes em uma rebelião contra a equipe opressiva, chefiada pela enfermeira Ratched.

As vantagens de ser invisível (Stephen Chbosky, 2012)

Um jovem tímido se esconde em seu próprio mundo até conhecer dois irmãos que o ajudam a viver novas experiências. Embora esteja feliz nessa nova fase, ele não esquece as tristezas do passado, que têm origem em uma chocante revelação.

Esse filme pode nos ensinar diversas lições, além de mostrar um pouco o que uma pessoa que tem depressão pode passar, ele nos dá a dimensão de que a depressão pode ser causada por muitas coisas, e principalmente por traumas. Além de incentivar a busca por um psicólogo.

Entender o mundo de quem sofre de depressão e outras doenças mentais requer um exercício diário de solidariedade e empatia de amigos e da família. A procura por profissionais capacitados para lidar com o tema também é fundamental. A união de todas essas forças pode e é capaz de promover mudanças positivas e significativas em vidas que precisam de um olhar mais afetuoso.

O CVV (Centro de Valorização da Vida) está 24h por dia pronto para te ouvir. Ligue 188 e fale com pessoas prontas e preparadas para te ajudar.